Calculadora de Índice de Endividamento
Calculadora DTI gratuita. Calcule seu índice de endividamento para aprovação de hipoteca. Veja índices frontal e traseiro e entenda os limites de qualificação.
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Última atualização: janeiro de 2026
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Perguntas Frequentes
O que é o índice de endividamento e como calculá-lo?
O índice de endividamento (DTI) compara seus pagamentos mensais de dívidas com sua renda bruta mensal. A fórmula: DTI = (Dívidas Mensais ÷ Renda Bruta) × 100. Por exemplo, com R$ 8.000/mês brutos e R$ 2.400 em dívidas, seu DTI é 30%. Os bancos usam essa taxa para avaliar se você pode assumir mais dívidas como um financiamento imobiliário.
Qual a diferença entre DTI frontal e DTI total?
O DTI frontal inclui apenas custos de moradia: prestação do financiamento (principal e juros), IPTU e seguro. O DTI total (back-end) inclui todas as dívidas mensais: moradia mais financiamento de veículo, empréstimos pessoais, cartões de crédito e outras obrigações. No Brasil, os bancos geralmente analisam o comprometimento total da renda, recomendando que não ultrapasse 30% da renda líquida.
Qual DTI preciso para conseguir um financiamento imobiliário?
No Brasil, a regra geral é que a parcela do financiamento não exceda 30% da renda familiar líquida. Alguns bancos permitem até 35% com bom histórico de crédito. Programas como Minha Casa Minha Vida podem ter critérios específicos. Em Portugal, os bancos limitam a taxa de esforço a 35-40% do rendimento líquido. O score de crédito, entrada e estabilidade profissional também são fatores importantes.
Como reduzir meu DTI antes de pedir financiamento?
Quatro estratégias eficazes: (1) Quitar ou reduzir dívidas existentes, especialmente cartões de crédito e empréstimos pessoais. (2) Evitar novos créditos antes da solicitação. (3) Aumentar a renda com trabalho adicional documentado. (4) Aumentar a entrada para financiar um valor menor. Limpar o nome (se houver restrições) e ter conta no banco por mais tempo também ajudam na aprovação.
Quais tipos de renda são considerados no cálculo do DTI?
Os bancos consideram renda comprovável e estável: salário com carteira assinada, pró-labore (para empresários), aposentadoria, pensão, rendimentos de aluguel (com contrato). Renda informal é mais difícil de comprovar—alguns bancos aceitam extratos bancários. Para autônomos, são pedidas declarações de IR dos últimos 2-3 anos. Emprego formal (CLT) com tempo mínimo de 6-12 meses é preferido.